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Trólebus Brasileiro

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> CSTC Santos (SP)

Em  1.976,  a  SMTC  encerrou  suas  atividades,  dando lugar à CSTC - Companhia Santista de Transportes Coletivos. No ano de 1.979 a frota operacional alcançou cerca de vinte e cinco unidades apenas, distribuídas em três linhas. Entretanto, neste mesmo ano, foi realizado um estudo para a revitalização do sistema e conseqüente aquisição de um protótipo de moderna geração para testes. Sendo assim, a partir de 1.980, iniciou-se a reforma dos trólebus originais italianos ainda operantes, que consistiu na recuperação dos chassis e carrocerias, troca de eixos e do equipamento elétrico de propulsão.

Em 1.982 a CSTC montou dois trólebus em suas dependências.  O  carro  de  prefixo  800  possuía  carroceria Marcopolo (com apenas duas portas), chassi Scania e equipamento eletropneumático Villares. O outro carro, de prefixo 805 possuía carroceria Marcopolo/Santa Matilde, também com chassi Scania e equipamento eletropneumático Villares. Os motores de tração e demais componentes foram reaproveitados de sua antiga frota. Ainda neste ano foram adquiridos cinco veículos Marcopolo/Scania/Ansaldo. A última aquisição de veículos foi feita em 1.988, quando a Mafersa forneceu seis trólebus monobloco com eletrônica Villares.

 

 

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Reforma dos trólebus Fiat de Santos, realizado pela CSTC.

(Fonte: Orkut "Bondes e Trólebus de Santos").

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Retrato da reforma dos doze trólebus restantes, graças ao programa de revitalização implantado na década de 1980, em parceria com o governo

federal. Imagem doada pelo advogado Milton Moraes, presidente da CSTC de 1980 a 1984, à "Fundação Arquivo e Memória de Santos".

(Fonte:  http://www.portal.santos.sp.gov.br/fams/galeria/main.php?g2_itemI

d=238).

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Retrato da reforma dos doze trólebus restantes, graças ao programa de revitalização implantado na década de 1980, em parceria com o governo federal. Imagem doada pelo advogado Milton Moraes, presidente da CSTC de 1980 a 1984, à "Fundação Arquivo e Memória de Santos".

(Fonte:       http://www.portal.santos.sp.gov.br/fams/galeria/main.php?g2_itemI

d=236).

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Trólebus CSTC Marelli/Fiat/Pistoiesi após reforma, com pintura padrão EBTU.

(Fonte: http://br.geocities.com/zostratus10/santos-trolebus-03.htm).

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Trólebus Marelli/Fiat/Pistoiesi nas dependências da CSTC.

(Fonte: CSTC – Companhia Santista de Transportes Coletivos).

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Trólebus CSTC Marcopolo "San Remo"/Scania/Ansaldo, prefixo 600.

(Fonte: http://www.toffobus.com/fotos_grandes.php?maior=9076&cat=20).

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Trólebus CSTC prefixo 600, com carroceria Marcopolo, na linha 4 (Praça Mauá). Foto publicada no Jornal da Orla, de 23 de janeiro de 1983.

(Fonte: http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0172j1.htm).

Trólebus CSTC prefixo 800, com carroceria Marcopolo, chassi Scania e equipamento eletropneumático Villares.

(Fonte: http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0172j1.htm).

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Trólebus CSTC prefixo 805 com carroceria Marcopolo/Santa Matilde, chassi Scania e equipamento eletropneumático Villares. na garagem da Vila Mathias.

(Fonte: http://litoralbus.blogspot.com/2020/05/espaco-do-busolgo-norberto-steven-jorge_20.html?m=1).

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Chassi Scania do trólebus 805, a ser montado pela CSTC.

(Fonte: http://fotolog.terra.com.br/picado:211).

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Trólebus CSTC prefixo 805.

(Fonte: http://fotolog.terra.com.br/trolebuscstc:30).

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Trólebus CSTC Marcopolo/Scania/Ansaldo prefixo 1010 na linha 8.

(Fonte: http://litoralbus.blogspot.com/2020/05/espaco-do-busolgo-norberto-steven-jorge_20.html?m=1).

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Trólebus CSTC Marcopolo/Scania/Ansaldo prefixo 1010.

(Fonte: CSTC - Companhia Santista de Transportes Coletivos).

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Trólebus CSTC Marcopolo/Scania/Ansaldo prefixo 1020.

(Fonte:  http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=518525&

page=5).

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Trólebus CSTC Marcopolo/Scania/Ansaldo prefixo 1020.

(Fonte:  http://litoralbus.blogspot.com/2020/05/espaco-do-busolgo-norberto-steven-jorge_20.html?m=1).

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Trólebus CSTC Marcopolo/Scania/Ansaldo prefixo 1020.

(Fonte:  twitter "litoralbus").

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Aspecto dos novos veículos a serem adquiridos, de fabricação nacional (Mafersa).

(Fonte: http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0172z17.htm).

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Trólebus Monobloco Mafersa/Villares, ainda nas dependências da Mafersa, em São Paulo - SP.

(Fonte: http://fotolog.terra.com.br/picado:214).

Trólebus Monobloco Mafersa/Villares, ainda nas dependências da Mafersa, em São Paulo - SP.

(Fonte: http://fotolog.terra.com.br/picado:214).

Trólebus Monobloco Mafersa/Villares, ainda nas dependências da Mafersa, em São Paulo - SP.

(Fonte: http://fotolog.terra.com.br/picado:209).

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Trólebus Monobloco Mafersa/Villares, ainda nas dependências da Mafersa, em São Paulo - SP.

(Fonte: http://3.bp.blogspot.com/_TdjdLEFcWyA/TGbxhmRYa5I/AAAAAAAAA9k/vzX-XrKx4ek/s1600/maf8.jpg).

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Entrega dos Trólebus Mafersa - 27/01/1.988: trólebus Mafersa prefixo 2005, momentos antes de sua inauguração na recém-eletrificada Linha 20, em 27 de janeiro de 1.988, sob a gestão Osvaldo Justo, que adquiriu 06 Trólebus Mafersa 0 km para operar  essa linha.

(Fonte:  http://fotolog.terra.com.br/trolebuscstc:

12).

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Os novos trólebus da CSTC Mafersa/Villares, em cerimônia de entrega à época pelo prefeito Oswaldo Justo.

(Fonte:  http://litoralbus.blogspot.com/2020/05/espaco-do-busolgo-norberto-steven-jorge_20.html?m=1).

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Trólebus Mafersa/Villares.

(Fonte: CSTC - Companhia Santista de Transportes Coletivos).

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nsjp-24. CSTC Mafersa 2055 na linha 8_.jpeg

O trólebus da CSTC Mafersa/Villares prefixo 2055 na linha 8.

(Fonte:  http://litoralbus.blogspot.com/2020/05/espaco-do-busolgo-norberto-steven-jorge_20.html?m=1).

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Trólebus Marcopolo/Scania/Ansaldo, pouco tempo antes de sair de circulação.

(Fonte: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=518525&page=5).

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Trólebus Marelli/Fiat/Pistoiesi desativados, nas dependências da CSTC.

(Fonte: Instagram "@eufalotu").

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Trólebus Marelli/Fiat/Pistoiesi desativados, nas dependências da CSTC.

(Fonte: http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=518525&page=5).

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O trólebus Fiat da época da CSTC, na antiga garagem de bondes no bairro de Valongo, aguardando reforma.

(Foto: Emilio Sérgio Pechini)

Em 1.994 a extensão total de vias eletrificadas era de 41 km (57 km equivalentes em rede bifilar simples). Entretanto, somente duas linhas principais estavam em operação no final do ano e cerca de quatorze trólebus italianos reformados foram desativados.

No ano de 1.995 apenas uma linha estava em operação, com uma extensão de 13,7 km. A rede aérea possuía uma extensão em operação de 16,5 km, e 47 km estavam desativados. A extensão em percurso não-remunerado compreendia 2,8 km. Das sete subestações existentes, apenas uma estava em operação, compreendendo 1.600 kW de potência instalada em operação e 3.500 kW de potência instalada desativada. A frota de veículos era composta por apenas sete trólebus (Mafersa e Scania, tendo este último sofrido uma reforma, mantendo o mesmo chassi e a mesma carroceria Marcopolo, porém o equipamento eletrônico Ansaldo foi substituído por um novo, fabricado pela ABB - Asea Brown Boveri).

No final da década de 1.990 a CSTC, em conjunto com a CET, assumiu apenas o papel de gestora do sistema de transporte em Santos, sendo extinta em 2.006. A operação dos poucos trólebus que restaram (Mafersa) foi assumida pela Viação Piracicabana.

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Fonte de Pesquisa:

 

- “Revista dos Transportes Públicos” (ano 19, 1.996, 4° trimestre), publicado pela ANTP – Associação Nacional de Transportes Públicos: artigo “Trólebus – As Fases da Implantação do Sistema no Brasil”, de autoria de Jorge Françozo de Moraes.

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